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O que é TOC ?

 No Transtorno obsessivo compulsivo (TOC), uma pessoa é aprisionada por um padrão de pensamentos e comportamentos repetitivos que não têm sentido, são desagradáveis e extremamente difíceis de evitar.

Se o TOC se tornar grave, pode comprometer seriamente as atividades de uma pessoa em casa, no trabalho ou na escola. Por isso é importante conhecer mais sobre esse transtorno e os tratamentos que são disponíveis no momento.

Por muitos anos o TOC foi considerado uma doença rara por profissionais especializados em saúde mental, porque apenas pequena minoria de seus pacientes queixava-se de sintomas compatíveis com essa condição. Porém acredita-se que muitas pessoas atormentadas pelo TOC, tentando esconder seus pensamentos e comportamentos repetitivos, não procurem ajuda, o que leva os profissionais de saúde mental a subestimar o número de pessoas com essa doença.

Existem dois tipos de TOC:

a) Transtorno obsessivo-compulsivo subclínico – as obsessões e rituais se repetem com frequência, mas não atrapalham a vida da pessoa;

b) Transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito: as obsessões persistem até o exercício da compulsão que alivia a ansiedade.

Principais características do TOC

Obsessões: são pensamentothinkstockphotos-178609538s ou impulsos não desejados que retornam repetidamente à mente da pessoa com TOC. O indivíduo é perturbado continuamente por um pensamento aflitivo como: “minhas mãos podem estar contaminadas, preciso lavá-las”; “devo ter deixado o bico de gás aberto”; esses pensamentos são considerados intrusivos e desagradáveis pela pessoa que os apresenta. Eles produzem ansiedade.

Compulsões: para aliviar sua ansiedade, a maioria das pessoas com TOC recorre a comportamentos repetitivos denominados compulsões. As mais comuns são a de lavar as mãos e a verificação repetitiva,  a arrumação interminável de objetos, com o intuito de manter perfeito alinhamento ou simetria entre eles. Esses comportamentos em geral têm a intenção de proteger a própria pessoa com TOC ou outras pessoas.

Reconhecimento : as pessoas com TOC geralmente tem considerável consciência do seu problema. Na maioria das vezes, elas sabem que seus pensamentos obsessivos são sem sentido ou exagerados, e que seus comportamentos compulsivos não são realmente necessários. Entretanto, tal conhecimento não é suficiente para libertá-las de sua doença.

Controle: a maioria das pessoas com TOC esforça-se para se livrar dos indesejáveis pensamentos obsessivos e para evitar comportamentos compulsivos. Muitos são capazes de controlar seus sintomas obsessivo-compulsivos quando estão no trabalho ou na escola. Porém, com o passar do tempo, a resistência pode enfraquecer e, quando isso acontece, o TOC pode se tornar tão grave que os longos rituais passam a dominar a vida da pessoa, impossibilitando-a de continuar suas atividades fora de casa.

Vergonha e Segredo: as pessoas com TOC geralmente tentam esconder seu problema ao invés de procurar ajuda. Frequentemente conseguem esconder muito bem seus sintomas obsessivo-compulsivos dos amigos e colegas de trabalho. Uma infeliz consequência disso é que as pessoas com TOC só recebem ajuda profissional muitos anos após o início de sua doença.

Interferência: só se considera que uma pessoa tenha TOC quando seus comportamentos obsessivos e compulsivos atinjam gravidade suficiente para interferir em sua vida cotidiana. Pessoas com TOC não devem ser confundidas com um grupo muito maior de indivíduos que, às vezes, são chamados “compulsivos”, por se ater a um elevado padrão de desempenho em seu trabalho e até mesmo em atividade de lazer. Esse tipo de “compulsão” frequentemente serve a propósitos valiosos, contribuindo para a auto-estima do indivíduo e seu sucesso no trabalho. Nesse sentido, difere das obsessões e rituais que trazem limitação e sofrimento para a vida da pessoa com TOC.

Tratamento para o TOC 

A psicoterapia tem como objetivo ajudar o paciente a reconhecer e elaborar seus próprios problemas sendo eficaz no tratamento dos sintomas obsessivo-compulsivos. O uso de medicamentos específicos  para bases neurológicas também podem corresponder bons resultados ao TOC.

Não podemos classificar uma pessoa que estabelece uma organização e rotina natural como TOC.

Veja um vídeo que ilustra o Transtorno obsessivo compulsivo :

Deixo um abraço e o desejo de um dia leve e harmoniosocropped-flavicon1.png

Daiane Silveira


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