Mágoas que vão embora

A intensidade das emoções pesa sobre os nossos ombros. E, como uma carga inútil, só nos deixa abatidos e desvitalizados. Relevar ofensas não é uma tarefa tão fácil, mas para alcançar a paz e restabelecer o amor será necessário. 

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Não é de se estranhar que a maioria dos mortais tenha grande dificuldade de relevar as falhas alheias.  Afinal, como não se sentir lesado pelos vários golpes cotidianos que nos cercam?

O perdão não vem do esforço, mas sim da compreensão do jogo do ego. Somente o verdadeiro EU pode perdoar. Ressentimento é uma forma de autoflagelo que nos faz sofrer no presente, mas que concretamente não existe mais. Trata-se de uma armadilha da mente, que nos obriga a reviver os episódios doloridos do passado como se estivessem acontecendo agora.

Cabe a nós ampliarmos a consciência para livremente optarmos por não nos espetarmos neles. É o amor que releva, que reabilita o outro em sua dignidade, que o recoloca no mesmo nível de comunicação para que possa continuar a fluir a relação e a boa comunicação.  A medida que exercitamos o desapego  da raiva e dos ressentimentos, o sentimento de autoflagelo que tanto nos faz sofrer começa a diminuir. O exercício do perdão não serve apenas para às causas relacionadas a mágoas.  Vale também para a afronta de um filho, preferência do seu chefe por algum funcionário, fechadas no trânsito, decepções no relacionamento,  e assim vai. Perdoar o outro, especialmente a si mesmo de culpas cristalizadas a anos tira um peso das nossas costas. Mas, acima de tudo, nos faz mais livres.

Se você tem um coração trancado por uma mágoa, troque-a por amor, por sentimentos de ternura e de perdão. Você verá como a vida fluirá.

“Como será lindo e leve o voo da borboleta sem o peso da pedra.”

Desejo um dia cheio de possibilidades

abraço grande

Daiane Silveira


Para refletir:

 

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