Leia…apenas se for ansioso

                                                          
Olá! Tudo bem com você?
Acredito que o que vou publicar hoje faz ou fez parte de sua vida em algum momento. Que traz ou lhe trouxe momentos de agitação, tristeza ou medo, impedindo o alcance de  seus objetivos. Vamos então conhecer um pouco sobre a ansiedade: suas causas, tipos, sintomas e também  formas de tratamento.
Vale lembrar que a ansiedade é um estado natural do ser humano, mas quando ela excede em sua intensidade pode prejudicar sua vida em todos os setores bem como profissional ou pessoal.
Ansiedade é um estado psíquico de apreensão ou medo provocado pela antecipação de uma situação desagradável, perigosa ou até mesmo agradável. O ansioso está sempre com os pensamentos em momentos que ainda podem ser vividos, sempre a frente, lá no futuro.
Causas

Os transtornos de ansiedade são doenças relacionadas ao funcionamento do corpo e às experiências de vida. A pessoa pode se sentir ansiosa a maior parte do tempo sem nenhuma razão aparente ou pode ter ansiedade apenas às vezes, mas tão intensamente que se sentirá imobilizada. A sensação de ansiedade pode ser tão desconfortável que, para evitá-la, as pessoas deixam de fazer coisas simples,  por causa do desconforto que sentem.

Sintomas de Ansiedade

Os transtornos da ansiedade têm sintomas muito mais intensos do que aquela ansiedade normal do dia a dia. Eles aparecem como:

  • Preocupações, tensões ou medos exagerados (a pessoa não consegue relaxar);
  • Sensação contínua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer;
  • Preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho;
  • Medo exagerado de ser humilhado publicamente;
  • Falta de controle sobre pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independentemente da vontade;
  • Pavor depois de uma situação muito difícil.
   Tipos de Ansiedade
  • Ansiedade Generalizada: Preocupação excessiva e irrealista perante situações rotineiras da vida, como emprego, saúde e pequenos problemas do cotidiano;
  • Fobias: Medo excessivo e irracional perante um objeto ou situação;
  • Pânico: Ataques de pânico repetidos sem causa aparente;
  • Trastorno  obsessivo compulsivo: Presença de ideias, pensamentos, impulsividade ou imagens, considerados invasivos e inapropriados e que provocam ansiedade, mas a pessoa sente-se incapaz de controlar;
  • Síndrome de stress pós traumático: Aparecimento de um conjunto de sintomas característicos após um acontecimento extremamente estressante e traumático.

A ansiedade é provocada por acontecimentos externos e conflitos internos, ou seja, de natureza biológica e psicológica, não havendo assim um único fator desencadeante de ansiedade.

O tratamento da ansiedade deve associar o uso de medicamentos psicotrópicos com a psicoterapia, de forma a tratar a sua causa biológica e promover a resolução dos conflitos psicológicos que podem estar na sua origem.

Considerada, até certo ponto, uma reação natural do ser humano, útil para se adaptar e reagir perante situações de medo ou expectativa, a ansiedade torna-se patológica quando atinge um valor extremo, com carácter sistemático e generalizado, em que começa a interferir com o funcionamento saudável da vida do indivíduo.

As causas mais comuns de ansiedade patológica são:

  • Hipertiroidismo;
  • Ansiedade generalizada;
  • Crises de pânico;
  • Fobias;
  • Transtorno obsessivo compulsivo;
  • Síndrome de stress pós traumático;
  • Depressão;
  • Psicoses;

Tratamento para ansiedade

  • Medicamentos (sempre com acompanhamento e receita médica)
  • Terapia (procure um psicanalista e faça uma avaliação)
  • Combinação dos dois tratamentos (medicamentos e terapia).

A maior parte das pessoas com ansiedade começa a se sentir melhor e retoma as suas atividades depois de algumas semanas de tratamento. Por isso, é importante procurar ajuda especializada. O diagnóstico precoce e preciso da ansiedade, o tratamento eficaz e o acompanhamento por um prazo longo são imprescindíveis para obter melhores resultados e menores prejuízos.

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Outro item importante que não pode faltar é a prática de atividade física, como uma caminhada por ser aeróbica, a prática de yoga por auxilar na respiração adequada trazendo serenidade e controle de pensamentos, como também o auxilio de florais que não tem nenhuma contra indicação pois é uma tratamento complementar.

Qualquer que seja o tratamento escolhido, este deve ser prosseguido até a certeza de que tudo está bem, pois o que mais acontece é de o paciente deixar no meio do caminho e isto impede de obter os melhores resultados  e de sempre estar iniciando um novo tratamento, além de gerar outros transtornos em sua saúde física ou mental.

Se você está dentro deste quadro o primeiro passo é reconhecer e aceitar, em seguida procurar um terapeuta para que ele faça uma avaliação e encaminhe ou não para um psiquiatra.

É importante o acompanhamento psicológico pois este trata a causa do problema e associado ao medicamento se for necessário   trará rapidamente a tranquilidade que almeja. Ok?

little human with big magnifier look for somethingEnvie sua pergunta, tire suas dúvidas. Terei grande prazer em lhe responder.

Deixo o desejo de um dia de muita paz em seu coração

Daiane Silveira


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